sexta-feira, 24 de junho de 2011

http://www.sabado.pt/Ultima-hora/Sociedade/Novos-escritores-portugueses-sao-melhores-do-que-o.aspx?anchor=comment

terça-feira, 21 de junho de 2011

Agenda!

Vou-te agendar na minha vida. Dar-te um tempo limite, uma data.
Como se fosse um passo para nós. Como se fosse até Setembro.
Vou-te colocar lá. Não para te lembrar mas para te deixar num outro sitio que não apenas em mim.
Escrevo com a caneta preta, só de si já em luto. Só de si, negra, de esperança. Negra de sangue pisado no meu coração. Como se alguma vez estivesses de saltos altos, lembraste?
Saio mas não fecho portas. Saio e deixo as janelas aberta, para com o vento, voares na corrente de ar. Saio mas tu não deixas de vir comigo também. Saio e quando me apetece ficar, volto a sair.
Por si só há quem esteja já agendada. Já escrita. Já referida.
Vou rodar sobre ela, rodar sobre a casa em ruínas, rodar sobre o meu medo de deixar os alicerces tão fracos desde inicio. E aqui estamos outra vez. Em círculos tentando que este quadrado faça parte de uma vida sem rectas!
Agendo-te porque querendo…vou continuar a querer apenas o infinito.

sábado, 18 de junho de 2011

Never & always

Viajo de pensamento em pensamento com ideias que permanecem intactas.

Leveza

É inevitável a sensação de leveza ao final do dia sempre que nos tocam com um gesto de carinho. Pode ter variadas formas, mas a sensação é, sem qualquer dúvida, bastante reconfortante. E qualquer pessoa se sente bem lá em cima, no topo.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

...

O que é a amizade para ti?

terça-feira, 14 de junho de 2011

...

O que é a felicidade para ti?

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Porque dito tem outro sabor. Outro sentido.
Dito tem a protecção das cordas vocais, que vibram. A protecção da palavra e da melodia que sai dos teus lábios.
Parecem músicas de amor. Músicas das calmas, que trazes no carro, no tal CD dado pelo B, pelo C…porque eu quero ser o A.
Deixa que as palavras sejam o mesmo que o Braille. Sentidas, tocadas e bem reveladoras do que dizem.
Sente nas pontas dos teus dedos a forma suave do piano. A voz, que canta encantando. O poema que é dito de forma dura, com a voz a fugir da tua imaginação.
Deixa que a árvore esteja a inclinar o seu ramo sobre ti. Deixa que o sol te beije… tal e qual o mar te toca nos pés. Deixa. Sente e deixa-te sentir.
E agora volta a fechar os olhos… e adormece… porque tudo foi dito e tem outro sabor!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Erros

Vou errar, falhar, desperdiçar... estragar tudo. Muitas vezes vai acontecer uma das quatro. Se calhar até mais do que uma ao mesmo tempo. E não haverá forma de fugir. Mas sei que quero o que faz bem aos olhos e ao coração. Por mal que me possa sentir.
Hoje apetecia-me escrever-te...
Deixei, apenas, a minha mão. Ao longe

segunda-feira, 6 de junho de 2011

-..-

Estou como o poeta...
Fácil é falar
mais compllicado é cumprir

Fácil é apontar
Dificil é reconhecer

Fácil é fugir
Dificil é tentar

Fácil é ter medo
complicado é arriscar

Fácil é ir
muito complicado é querer ficar

Fácil? Fácil é não me leres
Díficil é não te ouvires com a minha razão!

Fácil? É fácil gostar
Complicado é não ter!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Escrevo

Escrevo por intuição. Sensações, emoções ou paixões. Escrevo, junto as palavras, numa ordem de razão, um pouco de coração e inspiração. Umas vezes são sentimentos quase ou nada verdadeiros. Noutras são como a alma a soltar os seus gritos.

E seja o mais belo dos poemas, a mais épica das histórias, o pequeno texto que embala os teus sonhos, tudo, de igual forma, perdurará algures escrito por aí. Permanece. E isso é como o objectivo último da escrita. Permanecer para alguém.

Escrevo por ti e para ti.