terça-feira, 12 de maio de 2009

Vila Morena, como se a tua pele fosse apenas uma pequena vila. Pequenina, sem ser cidade, imensa como se fosses um continente para mim.
Dentro de ti reside um sorriso que não deixas escapar por entre os teus lábios.
Acaba-se assim a lágrima que secou, a chuva que parou e o barco que deixou de naufragar. Acaba-se assim um "ai rapaz" e eclodiu a canção que só tu um dia poderás ouvir.
É este o sinal, foi este o sinal.
Serei "clandestino" com se fugisse de uma polícia qualquer. Vou-me mudar mas ninguém irá saber.
Vá, procura-me!

domingo, 10 de maio de 2009

Este é o meu corpo...a sangue frio!
São noites de atropelo.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Love

Um destes dias li um escritor abordar os diferentes tipos de amor. Ele referia-se ao amor companheiro, ao amor paixão e ao amor cúmplice. Se não foram estas as palavras exactas para qualificar os diferentes tipos de amor abordados, era este o significado que pretendia.

Normalmente, o primeiro a surgir é sempre o amor paixão. Arrebatador e que nos deixa sem respirar. A paixão não é fácil de encontrar e o principal segredo é conseguir manter a chama da paixão acesa para sempre numa relação.

O amor companheiro e o amor cúmplice surgem com o tempo e quando encontramos a pessoa certa. Quando se consegue atingir esta fase numa relação é porque os sentimentos são realmente fortes e estão solidificados.

Mas o segredo não está em alcançar estes três diferentes estados do amor. Está em conseguir fazê-lo perdurar pelo tempo com a pessoa certa...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Filomena era uma mulher com cerca de 50 anos. Viúva muito cedo, Filomena passava os dias a passear pela cidade, vagueando da igreja até ao parque, onde via os miúdos, passando pela estação de comboios. Filomena andava para não estar parada, simplesmente.
José desapareceu. "Foi Deus", disse a filha de ambos que viajou desde Lisboa só para o último adeus ao pai.
Filomena sentia-se só. Felizmente tinha uma amiga, a Conceição, que a amparava nas caminhadas, confidente de dias tão iguais. Filomena sentiu-se esquecida. Todos os dias quando chegava a casa era lembrada por uma papagaio e aí voltava a encher um pouco o coração ficando um pouco mais "cheia".
Filomena deitou-se hoje pela última vez. Não sabe se acorda amanhã. Não sabe se o papagaio voará. Filomena sabe que amanhã acordará só mas com o coração mais cheio quando ouvir o bébé do terceiro esquerdo a chorar, e ganhará novamente força para caminhar num dia mais.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Pensamento

Escrever é um estado de espírito!

Se estamos tristes, escrevemos palavras e frases tristes. Se estamos felizes, escrevemos sobre o que nos faz felizes. Escrever, e a forma como escrevemos, diz muito sobre cada um de nós.

Por isso, ao escrevermos estamos a dar a conhecer um pouco mais da nossa personalidade e daquilo que sentimos no momento em que preenchemos um espaço em branco onde quer que seja.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Meninas marotas

«De acordo com um estudo levado a cabo pela Harlequin, 35% das mulheres admitiram ter enviado SMS explícitas a alguém que não os seus namorados.»

In Playboy


Isto ajuda a explicar a minha teoria de que cada vez mais são as mulheres que desencaminham alguns homens. Ou seja, que tomam a iniciativa e as rédeas de muitas coisas. Afinal, o mundo é cada vez mais das mulheres...

sábado, 2 de maio de 2009


Não me vou demorar muito mais.
Escrevo-te de longe e com o mar ao fundo. Está azul como o céu.
Com um baloiço perto, um puf e uma palmeira ao redor.
Vejo a espuma da água do mar, o horizonte que parece estar tão perto.
Olha continuo como a foto...
E não, não me vou demorar muito mais!