domingo, 30 de janeiro de 2011

Let's look at a trailer

Se ainda não viste o Trailer do filme "BLACK SWAN" cilca AQUI

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Verde do olhar

Abro os olhos e encontro os teus. Verdes, como nunca os vi. Tristes e molhados. Jamais me cansarei do teu olhar, mesmo tendo que o imaginar. Completamente marcado na memória dos dias leves e banais. Um desatino. Esses teus olhos verdes...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Sangue frio

I know

Sabes Sara…
Vejo-te e tu não me ouves.
Falas-me e eu não estou.
Pensas-me e eu desapareci.
Apareço e tu…
Onde estás Sara?
Sara?
Depois não me venhas dizer que não estive porque eu deixo marcas, para me veres, para me sentires… para me olhares…!





Eu não sou normalmente alguém que rezo, mas se você estiver aí em cima, por favor salve-me Superhomem.

Homer Simpson

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Expressão

escrever direito por linhas tortas

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Jogo

Na amargura do desentendimento jogo contigo o jogo da corda. Quiseste uma corda tão longa que nunca sei quando estás, mas sei que puxas. Sei, porque quando me dás a mão, vejo nela as feridas da tracção no sisal. Não puxes mais. Faz desta corda o fio de Ariane para encontrares o teu coração amargurado. Depois, deixa-o bater aqui, para curares o meu.

Tempo


Tempo…
Invisível esse tempo quando gostamos.
De repente, o tempo deixa de ser tempo, deixa de ser hora, de ser sol, de ser tempo. Deixa de ser, apenas.
Na tua mão, não te conseguirás esquecer de mim.
Quero acreditar, como te lembrarás de um refrão que fica no ouvido… que me lembras. Que me vives, ainda.
Troca, dirias. Como se estivesses a ver teatro, do bom, comigo. Como se fosse num muro escondido, num livro lá longe em que nos lêem… como se o verde à volta fosse mar, fosse praia, fosse nosso.
“Oh Sara, anda para dentro que se faz tarde, agora que continuas ao frio, distante de mim”, disse-o...mas tu deixaste de me ouvir. Escondeste lá longe, onde ainda te vejo, carpindo a mágoa de me aquecer sozinho na fogueira.
E eu sempre ouço a música com batida brasileira, devagar devagarinho como diria o Martinho da Vila, batida suave, rosto descrito nas palavras dela, a cantora, que deixa um “zumbido” de saudade, de solidão.
Olhaste para mim com vergonha, lembraste? Achei o frágil engraçado, mas agora é tempo de seres forte. Foste e não vens. Foste e permaneces. Foste, simplesmente.
Brindarei com chocolate a tua ida. Brindarei com doçura a tua permanência. Brinda também!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Destiny

É possível fugir ao destino?

sábado, 22 de janeiro de 2011

Life

A vida é uma constante correria atrás daquilo que nos faz felizes. Eternamente insatisfeitos com o que temos, queremos sempre mais. Muita realização e felicidade são sempre pouco, muito pouco. Até que ponto somos demasiado ambiciosos para perder a noção da realidade? Ou será melhor, bem melhor, ficarmos pela medida do razoavelmente ambicioso?

Avançamos na certeza de que vamos na rua desejada em direcção à morada pretendida. Avançamos, sofrendo algumas vezes pelo que deixamos para trás, mas com o desejo que o futuro traga iguais momentos de orgulho e realização. O passado foi já ali, o futuro é agora e aqui. Andando e vivendo.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Silêncio

...

Disfarças. Entras e sais em silêncio. Disfarças. Mal! Pensas que não te ouço? Logo tu que pudeste ver...Disfarças mas eu ouço-te.
Por favor, podes pôr a música mais alta? Quero abafar o som do teu silêncio. Está a tornar-se ensurdecedor...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Dias perfeitos

Demasiadas vezes me esqueço que és tu quem faz os meus dias perfeitos. A culpa é desta terrível rotina, que se instala e nos apaga os laços e a memória de sermos felizes. Desculpa por ter deixado empalidecer a ideia de quem somos. Prometo que não volta a acontecer.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Surpresa

Geralmente duvido das surpresas. Tenho medo. Porque o mais provável é ficar sem jeito e não saber sequer o que dizer. Hoje fizeram-me uma surpresa (muito agradável) e contrariando as previsões, até correu bem.

Perguntaram-me: "posso passar aí?". Ao que respondi: "passar aqui?! Para quê? O que precisas?". Tipicamente uma resposta (com perguntas) de quem não gosta de ser apanhado desprevenido. Tentei sacar informações (qual amostra de jornalista), mas fizeram (ela fez) questão de me esconderem tudo ao máximo.

O encontro e a surpresa acabaram por ter lugar. E foi bom porque conheci um dos mestres da voz. Vou chamar-lhe assim. Por isso, só tenho de agradecer esta surpresa e dizer que a partir de agora prometo ficar menos de "pé atrás" quando me tentarem (e conseguirem) surpreender.

Galochas

Indumentária obrigatória em caso de "pata na poça". Escolhe. Eu, que me conheço, tenho dois pares! Just in case...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dicionário de calão

meter a pata na poça

errar, enganar-se
sinónimos: (meter/enfiar) o pé na argola; meter água

mudo!

Sem dramatismos.
Deixo a música tocar nos meus ouvidos. Ser a melodia do dia.
Um luta mais neste dia. Um veneno, dos bons, como o aroma do eucalipto.
Posso-te ter amanhã como ontem? Como eras anteontem?
Deixo a cabeça embalar com o ritmo crescente das palmas. As luzes, de um lado para o outro, dizem que são robôs que as mexem. E as caras, tantas caras essas, ao pé de mim, ao meu lado, à minha frente…
O fogo aproxima-se mesmo sem saber como é, como será, como foi.
O medo permanece.
Olho para baixo e nada vejo. É o tal buraco negro onde posso cair, o tal buraco de onde ressurgi, o tal que te assustou, que me assusta e que me entala…as palavras não saem, a mão não está presente, o caminho não é feito.

Sorrio. Com medo é certo mas sorrio.
Solto-me. Solto o ritmo das palavras que não saem e me deixam assim…
Mudo em ti, mudo para ti.
Mudo!

Pergunta

Lá estou eu com a minha mania das perguntas...

Devemos viver na ânsia da mudança ou no saudosismo da rotina?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Perguntas

Não tenho bem a certeza, mas acho que faço demasiadas perguntas. E como tal, muitas vezes ouço o que não quero. Como resposta, claro. Perguntar faz mal? Ou devemos perguntar sempre que queremos saber alguma coisa? Lá estou eu a perguntar...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Na maré...

Deixa-te embalar nas palavras. Que os meus olhos te mostrem o caminho e o meu sorriso te faça acreditar que afinal é possível. O que mais precisas? Muito mais. Porque em ti vive a insatisfação dos desejos por concretizar. E isso, por si só, será demasiado para que consigas ultrapassar todos os problemas. Mesmo assim, deixa-te embalar nas palavras...

Damn!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sapos

Dou hoje inicio ao treino intensivo para a ingestão de sapos. Vou começar por umas perninhas de rã...
Que isto dos batráquios não me passarem, nem ao empurrão, só me mete em sarilhos!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Into the wild

Quero ver. Só para ficarem a saber! :)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Ticket!

Deixaste o teu coração ontem.
Não compliques Sara. Deixaste-o ali. Ao pé da cozinha como quem vai para o quarto naquela mesa que lá está, mesa de família…antiga. Talvez pensasses que estaria a mesa habituada a ter tantos corações por lá.
Deixaste mas nem um bilhete escreveste. Podias ter dito – “deixo-te aqui o meu coração. Podes tentar reanimá-lo. Ou então “ deixo-te aqui o meu coração mas guarda-o até cá voltar”. Ou então ainda “ Deixei-o na mesa onde devia ter deixado o anel de diamantes que me deste, mas o anel é mais caro”. Deixaste-o apenas.
Está fraco ele. Desde que cheguei que bate mais devagar, num compasso sem música, alternado às vezes. Parece Punk, depois uma balada. Ou devo-o comparar a uma música clássica com picos de histeria?
Está aqui Sara. Ao meu lado. Está aqui.
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Que vou fazer com o teu coração. Que fazer se a metade de ti que me resta não é, nem um quarto de ti.
Podias ter deixado um braça, sempre podia ter metade de um abraço. Deixar meia dúzia de cabelos como habitualmente, a tua escova de dentes perdida por aí ou a tal garrafa de gin que tanto detesto… mas deixaste o coração. O tal onde pensei que permanecia e que olhando bem, não.
Ainda bate. Devagar mas ainda bate.
Quanto tempo lhe resta nas minhas mãos ? o teu coração vai morrer nas minhas mãos ? Só a ideia incomoda-me…
E o bilhete? Onde deixaste tu o bilhete?
Sara, se o quiseres voltar a sentir a bater por mim, o próximo que deixares, deixa com um bilhete.
Do teu…
Jorge

I'm...

I'm selfish, impatient and a little insecure.
I make mistakes, I am out of control and at times hard to handle.
But if you can't handle me at my worst, then you sure as hell don't deserve me at my best."

Marilyn Monroe

(Obrigada Flip! Vénia...)

Intemporal

...

A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!



Acho que gosto de tudo nesta música. Hoje, de tarde, saltou do rádio do meu carro para me recordar que ainda há coisas perfeitas e intemporais. Aqui fica.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Confiança

Piiii....piiii
Alarme do telémovel. Vou ver... É o lembrete do aniversario da minha filha mais nova! Desculpem... Isto não é normal!!! Quem é que confia tão pouco em si próprio que vê necessidade de fazer um lembrete com o aniversário da própria filha??? Eu...aparentemente....
Está decidido! Amanhã começo o frasco das vitaminas!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Para que andar se posso voar?



Sou eu e tu que voamos, e tu nem sabes… nem tão pouco quem eu sou.
São sonhos, dirás…
Deixa-os para trás, vive a realidade do sonho. E voa! Voa. Digo-te!
À noite fica mais complicado conseguir bater as asas. Procuro nas tuas palavras a estrela que me faz brilhar. Procuro-a no teu olhar, no teu sorrir e só aí consigo ter força para levantar voo…
Bate palmas. Batam palmas. Marquem a compasso o ritmo da música, alternado com a voz de quem quer gritar baixinho… e sempre afinada. Com quem canta “TURN, TURN TURN”.
Nunca dizes, nunca dirás, que tens medo de voar… mas ainda não saíste do chão comigo…
Estou a reparar e nem consegues disfarçar, embora tenhas um dom confuso que nem tu própria sabes que o tens. Já sabes quem sou?
Continuo então a falar de mim, do dia, do fim de tarde, do jardim, dos óculos que escondem os medos expressos nos meus olhos. Leste-me agora? Já entendeste?
Deixo o sol entrar pela luz dos teus cabelos, prolongo a vontade de ficar moreno só com o teu brilho. E canto. E canto, sabes?
Pois, talvez não saibas.
Não me ouves cantar da mesma forma que não voas comigo. E tanta falta me faz que voes também comigo.
Muda.
Vá muda… Como uma música dos Train, James ou algo do género.
Vou continuar a cantar, a deixar que as palavras saiam da ponta dos meus dedos enquanto escrevo… e, sorte , não é em falsete!
Será que algum dia vais saber quem sou? Que te trago nos meus voos, que te levo sem medo de te perder, sem medo que caias, sem medo que procures uma nuvem para repousar…
Pronto, fica assim… vou levantar agora e voar. Vens comigo…

(Para ler...ouvindo)

Amargo


Estes dias provei o sabor da ingratidão... blharrrrgghhh

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pergunta

O que há para fazer em 2011 que não foi feito em 2010?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

50 frases de 2010

No site da revista Sábado foi colocada uma infografia com as 50 melhores frases de 2010. Decidi seleccionar as três que mais gostei.

Número 1: "Sinto-me o Bruce Springsteen da pequenada" (Avô Cantigas)

Número 2: "Quem me conhece bem adora-me" (Cristiano Ronaldo)

Número 3: "Agora que estou solteiro, as mulheres fazem fila" (Sílvio Berlusconi)

Para os mais curiosos, aqui fica o link para verem a selecção feita pela revista Sábado.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Primeira do ano

Em 2011, se for preciso...DO IT!