terça-feira, 30 de março de 2010

Guerra

Apesar de agora não trabalharmos no mesmo sítio, eu e o Pedro vamo-nos encontrando em alguns locais para trabalho. Ontem à noite estivemos os dois de serviço numa Gala de entrega de troféus desportivos (que chique!). Bem, depois do jantar, do convívio e da entrega dos troféus tivemos de fazer as entrevistas da praxe no final da cerimónia.

Ao todo foram sete entrevistas e na última assistiu-se a uma batalha campal de microfones. O meu e o do Pedro. Tudo porque o meu caríssimo amigo queria que o logotipo do seu meio de comunicação aparecesse bem visível nas imagens recolhidas para a Famatv. Ora, não podia permitir que assim fosse. Portanto, o que se foi assistindo ao longo da entrevista, entre as nossas perguntas, foi a uma autêntica guerra de microfones. Ora empurra um pouco mais para aqui, ora empurra um pouco mais para ali, ora coloca o microfone quase em cima do nariz do entrevistado.

Pior do que isso foi disfarçar convenientemente, mas confesso que nem eu nem o Pedro conseguimos evitar alguns sorrisos de quem estava a brincar com o fogo. Prefiro ver a situação como uma troca de contactos sensuais entre dois microfones. Quem não gostou da brincadeira foi o cameraman que tinha de ajustar constantemente o plano, dados aqueles empurrões de microfones. E o entrevistado também deu por ela da brincadeira.

Podendo ser pouco profissional da nossa parte, foi uma guerra saudável para recordar os bons velhos tempos.

1 comentário:

Pedro Reis Sá disse...

Foi engraçado... É bom trabalhar mesmo "contra" ti.
Falta dizer que o camara era o Pedro, o profissional para todo o trabalho e o mais "responsável" de todos.
Foi muito bom!