segunda-feira, 1 de junho de 2009

Grande ou pequeno

O ser humano tem tendência para medir tudo e estabelecer comparações. Há circunstâncias em que ter o mais pequeno dá maior prestígio, por exemplo quando se fala em tecnologia, e noutras em que termos o maior significa que somos melhores. Neste caso, deixo para vocês pensarem em possíveis exemplos...

Hoje em Famalicão foi inaugurado um medidor de abraços, no âmbito de uma campanha de uma associação local. Ou seja, as pessoas podem medir o tamanho do seu abraço. Sinceramente não me interessam abraços grandes. Prefiro abraços fortes e másculos. Sem palmadas nas costas porque sou muito sensível no que diz respeito à minha zona lombar.

Por tudo isto, dei comigo a pensar o quão interessante seria existir um medidor de sentimentos. Seria mais fácil perceber melhor algumas atitudes das pessoas. E noutros casos seria uma boa forma de provar e ter argumentos para conquistar alguém. Parece-me é que todos os medidores seriam falíveis...

7 comentários:

Pedro Reis Sá disse...

Diria como tudo é falível...mas é algo humano o "medidor" de tudo. E estupidamente.
Já agora, o medidor diz que é grande, seja os sentimentos, seja o abraço...seja o que for! Até na tecnologia devo ser enorme dentro da pequenez!
Gostei do post.

Je disse...

Oh Bru... tu e as manias dos tamanhos... Sabes??Eu ainda tenho um certo papel com 17 cms de recordacao...looollll mas sim seria interesante um medidor de sentimentos... o poligrafo aproxima-se um pouco nao? Bjs Sexy

Bruno Marques disse...

Je, essa tua memória...tens mesmo o papel? :D hehehehehe

Je disse...

Tenho!! Tenho a medida e o autografo!!! :P

Bruno Marques disse...

Uiiii...:))))

Angelo Sá disse...

Oh bruno, não dês essas ideias de medidores.
Por vezes temos a tendencia em exarcebar o que sentimos, no melhor e no pior sentido e essas coisas fazem falta, senão seria tudo muito facil e automático.
Nada melhor do sentir o exagerado abraço em cima de nós :)))

www.captiveofmynegativity.blogspot.com

Bruno Marques disse...

Tens razão Ângelo. Se calhar é mesmo preferível tudo o que é genuíno e não o que é mecanizado e automático. É preferível um abraço exagerado do que não ter nenhum. Nisso concordo...